Conv. democrática na escola

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Vídeo aula 28: Encaminhamento pedagógico na escola sobre a questão religiosa.

Muitas instituições escolares vêm experimentando a vivenciar dos valores que orientam para uma vida mais harmoniosa, pautada na solidariedade, na fraternidade na busca constante da cultura da paz . Isso contribui na formação do cidadão ,capaz de compreender e aceitar a diversidade e as diferenças culturais e de religiões que estão na sociedade. Na escola pública não pode haver um modelo de crença , por que isso é atribuído como  responsabilidade da igreja.

Aproveito o espaço para relatar o que acontece na escola onde atuo.

 As aulas de ensino religioso como as aulas de filosofia são abordados temas pautados nos valores que contribuam na boa convivência em comunidade . A metodologia usada é pautada em textos  reflexivos ou situações problemas reais em que o professor possa  focar a ação e não o sujeito. O objetivo dessa aula é proporcionar uma reflexão coletiva sobre a postura tomada pelo individuo diante a situação , comparada ao valor proposto como estudo, buscando uma postura mais adequada ou esperada como cidadão.

Os valores são escolhidos pelos professores coletivamente, sendo abordado um a cada mês, em que são levados para a sala de aula nas diferentes disciplinas conforme a necessidade da turma. Os alunos também  são  convidados à participar de uma  conversa coletiva mais ampliada , ou seja, a escola tem a prática da plenária , onde se reúne no pátio todas as salas por ciclo (uma vezes por mês temos dois encontro  com o cicloI e após 15 dias com o cicloII) para uma conversa onde os alunos expõem suas felicitações ou suas criticas sobre certas ações pauta no valor trabalhado no mês. A música que as crianças cantam na entrada da aula  ( no bom dia e no boa tarde)   também é pensada  no valor que está sendo estudado naquele momento.

 Acreditamos que com essa postura a escola estará ajudando o aluno a ser mais tolerante respeitando as diferenças na  busca da cultura pela paz.

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Vìdeo aula 27: A produção de identidade/diferença- a questão religiosa.

 

Vivemos num momento de uma busca constante, onde a insatisfação humana é visível no campo do poder, do ter e no ser. Essa busca está ligada as incertezas do “correto” e do “se dar  bem” pautado na diversidade de raça, classe social, cultura diferente, crença / religião e estilo de vida ao seu juntar aos outros indivíduos da sociedade.

O diferente não é bem visto na sociedade por tanto, o seu caminhar ou se iguala a maioria ( padrão/ tradicional) ou se fecha no seu mundo se juntando a minoria. A sociedade assim como a escola muitas vezes se esquece de que é preciso acolher os “ iguais e os diferentes de nós” também. O desafio e a dificuldade hoje da escola é não saber a conviver com o aluno que considera diferente .

Hoje se sabe que a identidade é construída a todo o momento, não sendo  homogenia ou unificada para todos  mesmo sendo do mesmo grupo o qual pertence. Por tanto, pode se afirmar que a identidade é uma produção que está num processo de construção que vive em reforma inacabado.

 A religião vem para dar um caminho ou direcionamentos na nossa identidade pautada nos princípios de solidariedade, de fraternidade e nos valores que serão construídos ao longo da vida.

Muitas vezes a religião vem de herança  familiar que influência na formação da identidade do sujeito. É nesse ponto que a escola deve refletir  e respeitar a liberdade de escolha e de opção de crenças como diferença e não como desigualdade, não impondo a religião, mesmo  que a   maioria da   clientela  escolar seja de uma determinada religião, apontando  como a “certa”, pois, isso fere os princípios e cria um constrangimento para o indivíduo que não pertence a mesma , demonstrando como  se uma tivesse mais poder, mais fé  , sendo a  melhor que as demais.

 A diferença não pode ser marcada pela diferença de identidade num sistema classificatório por meio da exclusão. Quando a escola tem consciência que a identidade está num processo de construção e não está acabada, a mesma começa a respeitar, por que se o conhecimento se faz mediante a convivência com o outro, assim acontece com a diferença e a identidade.

 A identidade precisa da diferença ,assim como a diferença depende da identidade. É preciso que os educadores vejam a identidade  e a diferença como inseparáveis para que não crie uma cultura de poder de uma religião sobre a outra como algo imposto, como disputa marcada pela desarmonia como presenciamos até os dias atuais.

 

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Vídeo aula 24: Gênero e diversidade sexual – desafios para a prática docente.

“ Todo preconceito impede a autonomia do (ser humano), ou seja, diminuiu sua liberdade relativa diante do ato de escolha, ao deformar e, consequentemente, estreitas a margem real de alternativas do indivíduo.”                 

                                                                                                Agnes Heller.

Apesar de alguns avanços na sociedade com relação à diversidade sexual na sociedade, no que se refere as mulheres e a posição sexual ainda é comum as vítimas sofrerem discriminação, preconceito, ataques verbal e físico por não ser aceito pelo outro.

Muitos sofrem a discriminação de gêneros não somente as mulheres  com os homossexual, enfrentando não só a aceitação da sociedade como muitas vezes de si mesmo. Essa situação é ainda pior quando a pessoa é pobre ou negro. No Brasil essa desigualdade são produzida e ou reproduzida no âmbito cultural e regional.

 A diversidade é um fato em que o ser humano é um grande exemplo disso ,pois, somos únicos. Rever  atitudes é algo necessário a um mundo globalizado, que exige nova maneira de enxergar novas atitudes e   valores ultrapassando os estereótipos e preconceitos.

A homofolia é o que caracteriza o medo, a repulsa ou o desprezo pelos homossexuais que alguns sujeitos sentem, isso que muitas vezes leva ao ódio gerando a violência como vemos na mídia (novelas e notícias).

A posição e a dificuldade de lidar com a diversidade estão atreladas ao cotidiano e muitas vezes são alimentados pela realidade social, cultural, institucional na experiência e na construção da identidade de cada indivíduo.

Cabe  a esse momento ressaltar o educador como um profissional consciente de que a sua prática terá grande “peso” na formação do outro, promovendo assim, uma concepção mais ou até menos norteadora de discriminação.

Quando a relação da sexualidade não é trabalhada como propõe o PCN e RCN, interfere nas expectativas  do sucesso do rendimento escolar, através de intimidação, insegurança, isolamento da vítima. Tudo isso para ocultar a diferença gerando desinteresse pela  escola, estimulando a evasão e afetando a construção da autoestima .

A falta de solidariedade e respeito para com a vítima de preconceito pela opção sexual ,muitas vezes por parte do professor e da comunidade escolar , mesmo sendo perante os olhos do outro uma atitude corriqueira diante do indivíduo,  pode produzir um efeito fortalecedor para os demais agredirem as vítimas do LGBTTs. Com  essa postura o educador esvazia o sentido  à vida e para a transformação  de aceitação da diversidade, alimentando assim  a violência e anestesiando a sensibilidade em relação ao direito humano e a liberdade.

Apesar de todas as dificuldades a escola ainda é o espaço mais indicado para serem construídos novos padrões de aprendizado, convivência, produção e transmissão de reconhecimento com práticas associadas contra ao preconceito, discriminação e sexista.

 

 

 

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Vídeo aula 23: Relações sociais de gêneros- um direito e uma categoria de análise.

A categoria de gêneros vai desenvolver uma visão sobre como a sociedade contemporânea compreende as relações sociais numa situação de desigualdade entre os sexos sobre a representação da permanência de um grupo.

Na vídeo aula a professora Claudia Viana deixa claro que as relações sociais de gêneros é efetivamente representado pela culturas de identidade, valores, prestígios, posição de status e hierarquia social…, que foi integrada na sociedade sendo reposta a todo momento a novas gerações a valorização da subordinação ao outro com mais poder.Nesse caso é necessário que tanto as mulheres como os homens conheçam suas próprias responsabilidades, assim bem como do outro para que não se transforme em desigualdade social.

 Se a sociedade impõe que determinada característica pertence a um gênero ou outro, então a identidade do indivíduo ficará aberta para que a sociedade o faça mulher ou homem.  Cabe ressaltar uma expressão bem intrigante que em dizer “Estou sendo mulher ou homem” e não “Sou mulher ou homem”. Isso nos revela a influência dos padrões traçados pela sociedade. Desde que uma criança nasce os pais já traçam seu comportamento dizendo se determinada ação é privilégio masculino ou feminino.

Não precisamos ir muito longe basta observarmos a profissão do magistério. Profissão por muitos anos vista somente para mulheres que são sexo privilegiado para abordar valores, sentimentos / emoções, enfim comportamento mais voltado para a educação familiar atitude essa mais voltada para o campo feminino.  Aqui se se inicia a desvalorização, continua até os dias de hoje.

A escola afirma a todo o momento essa desigualdade de maneira explícita nas ações.  Os livros didáticos não propõe uma  abertura de análise, mostrando indiferente aos novos atores que estão assumindo a sociedade (mulheres) , ainda mostram figuras de mulheres em afazeres  inferiores ao homem( demonstrando um trabalho simples de pouca importância ), bem como, as figuras estereotipada, desvalorizando o espaço ocupado pela mulher (espaço domestico) e  assim como as brincadeiras e as aulas de educação física que exige mais força de um grupo do que  de outro .

É preciso que no ambiente escolar os educadores repensem suas atitudes para que não reafirme ou reproduza a desigualdade entre os gêneros sejam colocado em questões pautadas na legislação dos direitos para que os princípios básicos de uma sociedade que almeja a democracia e a igualdade de oportunidade independente do gênero. A escola é uma reprodutora de conhecimento, muitas vezes longe dos conflitos da visão tradicional dos gêneros, assim como das diferenças , distinções e desigualdade, onde os alunos são vítimas passivas sendo separados meninos de meninas, adulto de crianças, ricos de pobres, homem de mulher. Tudo isso é eco numa sociedade desigual que muitas vezes reforçada pela escola.

 Cabe a escola por tanto, o pressuposto em conhecer como se expressam a relação dos gêneros na atividade rotineiras  em sociedade, também na escola , no Brasil em diferentes épocas e em outros países  analisando como se expressa a desigualdade .Selecionar e sistematizar bibliografias específicas sobre o tema são boas estratégias para levar o conhecimento e o respeito dos direitos humanos para dentro da escola.

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Vídeo aula 20: Diferentes possibilidades culturais no currículo escolar.

O mundo hoje é globalizado com muita diversidade cultural. Partindo desse fato lança-se  um grande desafio para a sociedade  e para a escola em ajudar o aluno a estar preparado para enfrentar novas situações de vida que muita vezes são “padronizadas” na sociedade. Por tanto, para que essa carência de estrutura seja sanada é importante que a escola faça uma reflexão revisando sua postura diante da cultura e da concepção imposta pela cultura “opressora”.

Quando  a escola está aberta para assumir as diferenças culturais no currículo escolar , a mesma demonstra que os fatos presentes no cotidiano do aluno não podem ser isolados, descontextualizados ao contexto escolar. Para isso é importante salientar que a escola precisa  criar mecanismo para que se construa a história cultural do aluno no contexto escolar, assim como sua ação sobre a sociedade.  A escola tem um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades e competências do aluno, para que o mesmo possa participar criticamente da análise  reflexiva  sobre sua comunidade. Também é importante que a  escola se veja como um espaço privilegiado no processo de formação do cidadão e consequentemente da sociedade, para que desenvolva sua  função social de produtora de conhecimentos contextualizados e comprometidos socialmente.

Enquanto algumas instituições escolares continuarem assumindo o papel passivo e esperando que alguém diga o caminho a ser percorrido, assim como também o que ensinar, e qual projeto desenvolver, as mesmas estarão colhendo o insucesso  do aluno e lançando-o para a sociedade futuras vitimas a injustiça social, a exclusão, ao racismo, ao preconceito e etc.

Para que se interrompa uma história de escola pública afirmada pela  desigualdade social é preciso que a própria escola   assuma e se reconheça  como um espaço que recebe diferentes culturas para que possa  fazer  um cruzamento  para que haja uma aceitação e respeito pela diversidade como propósito de proporcionar um estudo que atenda as diferentes culturais numa perspectiva intercultural .

Quando a escola  abre espaço  assumindo  o cruzamento das culturas , ela estabelece um vínculo entre escola e a cultura da comunidade norteada pelo mapeamento da sua clientela apoiada no diálogo reflexivo demonstrando sua preocupação em compartilhar as diferenças culturais que existe não somente na comunidade que ali se encontra , mas também as que existem nos grupos sociais. Com essa concepção a escola  promoverá uma relação positiva entre   as pessoas, enquanto membros ativos e críticos de uma sociedade culturalmente diversificada com afetividade e capacidade de aprender a aprender, aprender a ser, aprender a fazer para uma participação ativa na vida social.

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Vídeo aula 19: Relações etnicorracionais na escola.

Atualmente participamos de um movimento políticos da promoção da igualdade principal nas relações étnicorraciais, visando uma reflexão sobre o racismo, e a discriminação a intolerância e homofobia e suas  consequência  sobre ação do racismo .

Hoje a LDB apresenta a lei 10.639/2003 onde afirma a obrigatoriedade sobre a temática da história e a cultura sobre  o estudo afrobrasileiro no currículo escolar, além de estabelecer um dia no calendário escolar para o Dia Nacional da Consciência Negra (20 de novembro). Isso afirma a necessidade e a importância da escola trabalhar  a identidade de sua clientela e consequência a população brasileira.

 Quando a escola propõe um estudo sobre a raça e racismo voltado para o conhecimento sobre a etnicorracionais, pautada em lei uma visão de reconhecer que somos  uma sociedade diferente multirracional e multiétnicos, onde muitas vezes descendentes afros são marcados pela  desigualdade pelo preconceito. Ficando um sentimento de inferioridade aceito  como herança  devido sua raça.

A escola assumi uma postura  e ação que desenvolve através  de pesquisas e discussões  com posicionamento críticos para que o sujeito esteja ciente dos seus direitos numa política de esclarecimento e reconhecimento das diferenças à caminho para uma nova construção de igualdade de direitos.

Fala-se  muito de igualdade sobre ação preconceituosa, mas ainda estamos longe de minimizar a discriminação racial e o preconceito nas escolas. Existe uma cortina obscura onde muitas instituições dizem trabalhar esse tema,  muitas  vezes só se lembram no dia da Consciência Negra com projetos desvinculado da realidade, passando uma visão deturpada e desatualizada sobre o tema.  O  vemos hoje é que  esse “movimento” mudou tão pouco a postura e a visão da população com relação ao racismo. Isso é visível quando observamos os índices de analfabetismo, onde a maioria são negros e pobres.  Poucos são os negros que possuem uma escolarização com sucesso no mercado. Mantendo a população branca o escolarização de qualidade e ao poder superior  sobre a população negra . Infelizmente a classe menos favorecidas são penalizados pela exclusão tanto escolar e consequentemente na vida em sociedade.

É importante destacar a fala de Hasemblag que diz que: Ser negro ou ser mestiço significa ter uma maior probabilidade de serem recrutados para posições sociais inferiores. Isto, numa social que já é profundamente desigual. Então, no meu entender, o vínculo entre  raça e classe é exatamente essa: raça funciona como mecanismo de seleção social que determina uma medida bastante intensa qual a posição que as pessoas vão ocupar ( 1991, p.46).

 Dizer que a relação social no Brasil busca uma convivência harmoniosa entre negros e brancos,  isso seria realmente um mito, pois, o que  vemos atualmente em muita instituições é a exclusão e a falta de oportunidade  para os alunos devido suas características físicas, cor de pele, gênero, crença, que são “classificados” como desprivilegiados de “inteligência” , sendo marcador como “intelectuais inferiores”.

Nesse sentido a escola é a única instituição para que esse quadro se reverta. É necessário está atenta aos aspectos culturais, às relações raciais e valorizar diálogo com temas críticos para que não esteja mais uma vez permitindo que certos comportamentos, atitudes sejam vistos como natural não reforçando assim, a discriminação cultural e sim favorecendo a cultura heterogenia onde os valores possam ser reconhecidos e concebidos a todos os grupos sociais consolidando  a educação  da democracia,apoiado a liberdade e os direitos humanos como se pode ser  observado na legislação.

 

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Vídeo aula 16: Encaminhamentos pedagógicos: blog no ensino de ciências.

A escola precisa ser uma “escola multimídia”, ou seja, precisa acompanhar a tecnocultura para que possa alcançar seus objetivos enquanto uma instituição de produzir saberes.

Hoje os alunos são interessados pelo mundo virtual e usam os computadores para compreender e sanar suas curiosidades e interagir com o mundo.

Uma escola aberta para a tecnocultura oportuniza o aluno a ter oportunidade de observar o mundo que está a sua volta, de produzir e partilhar conhecimentos, de comunicar com pessoas mesmo que distantes. A escola precisa criar meios para que os recursos rotineiros como sites, blog, MSN estejam presentes no espaço escolar. Cabe nesse momento o professor desenvolver a curiosidade do aluno sugerir fontes de pesquisas para que aprenda a utilizar a máquina não somente para fins de lazer como também para orientação para estudo.

Os recursos da multimídia permite que os alunos compreendam diferentes conceitos de maneira mais concreta e real do que os livros didáticos, sem contar com as diferentes visões de um mesmo tema disponível em rede, contando com imagens reais. Desse modo o assunto torna interessante, compreensível e incentivando a curiosidade.

Muitos jovens criam seus blog e sites Poe conta própria. Para que todos experimentem é importante que a escola incentive a produção desse tipo de trabalho, pois, aqueles que não têm acesso à tecnologia ou que não se interessam pelo o assunto não terão oportunidade de usufruir da máquina.

Sabendo que a escola não pode excluir os alunos do mundo  tecnológico ; a escola em que atuo desenvolve um projeto de informática que tem como objetivo  ensinar o aluno a descobrir como utilizar a tecnologia para estudo e também para lazer. Peço licença para relatar nossa experiência. Todos os alunos do 1º ao 5º ano têm aula de informática um vez por semana , onde os conteúdos apresentados nessas aulas estão interligados  ao conteúdo dos projetos abordados em sala de aula. Há uma continuidade nos conteúdos através de pesquisas, estudos e ou jogos pedagógicos em que os professores pesquisam anteriormente para que os alunos não se percam ou fique fora da proposta.

Sabendo que  a máquina também é fonte de lazer, a escola também proporciona esse momento para todos os alunos com jogos e ou acesso a internet (Orkut, fcebook…). Em todos os intervalos os alunos após o lanche têm acesso livre aos computadores. Como a sala só comporta 20 máquinas o combinado foi que entrariam apenas 20 crianças e as demais poderia entrar somente se o colega permitir que fique junto ou se o colega ceder à vez. Os demais alunos nesse momento estão como professor de educação física em recreação. Lembrando que o professor de informática está a todo o momento perto para auxiliar  e ensinar o aluno a usar a internet de maneira saudável.

Hoje temos um intervalo mais calmo e com crianças felizes e as aulas de informáticas são mais tranquilas, pois, os alunos sabem que existe o momento de estudo assim como o momento do lazer.

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Vídeo aula 15 –    Produção da identidade/ diferença : culturas juvenis e tecnocultura.

A questão da produção de identidade está ligada ao percurso da mídia na relação da tecnologia através das diferentes linguagens e maneiras de sociabilidade.

Essa geração está crescendo em meio à tecnologia digital onde a aparência e a distância não tem mais importância, se mistura o mundo físico e virtual, onde os jovens não separando a vida real do virtual que estão interligados. Os jovens não tem medo da tecnologia por esse motivo aprendem a viver com ela não exigindo tanto esforço. Esse recurso desperta interesse da geração atual, pois, o mesmo permite investir e conseguir o que desejam e experimentam novas situações como conversas com diferentes pessoas de diferentes lugares, acessando diversas fontes de informações ao mesmo tempo em que assistir um filme e  um programa de bate-papo (Facebook, Orkut…)

Os jovens de hoje não aceitam que o que foi útil nas gerações passadas é como se estivesse ensinando a história enquanto eles ensinam e mostram o futuro. A escola conhecendo o modo de agir, de falar e pensar mapeando as características dos grupos que estão em seu espaço sem espaço sem rótulos ou preconceito poderá proporcionar uma convivência democrática.

A identidade é movida pelos sentimentos e valores, afinidade na convivência humana, por isso, alguns grupos de jovens costumam usar a palavra “tribo” para identificar o grupo o qual pertence ,sendo diferenciado conforme seu ritmo da vida construindo o que deseja  ser para si ou para o outro. As amizades são constituídas independentes do seu estilo e do seu pensamento, outras culturas sem afetar a vida pessoal. Também fazem questão de pertencer um grupo homogêneo confirmado pelo mesmo estilo como se fosse “marca” com personalidade muitas vezes influenciada pela cultura da mídia, onde procuram “imitar” de acordo com seu gosto.

A sociedade ao mesmo tempo em que aponta a juventude como “problema” sabe que ele será fonte de solução para a solução da humanidade. Com isso ,a mídia apela para que o jovem tenha uma atitude, por tanto, cabe a escola trazer temas sobre pesquisa das diferentes culturas juntamente com a “ pedagogia da mídia” para discutir em sala de aula  para que oportunize e ofereça  novos olhares para que desperte outras possibilidade de posicionamento perante o modelo pretendido  pelo neoliberalismo que é feito pela mídia e pela cultura do poder.

Na fase da adolescência o sujeito reconstrói seu universo interno e cria relações com o mundo externo. Se a escola é centrada na diferença e deseja a educação inclusiva, precisa um plano que questione o cotidiano escolar, que compreenda  e respeite o jeito de cada jovens. Levar a história das diferenças culturais e assumir o preconceito da sociedade como pauta de estudo para discutir a discriminação valorizando o diferente, pois, o que temos em sociedade é uma realidade perversa sobre os jovens. A escola tem como desafio para o professor, pois, sendo o mediador do conhecimento e um facilitador do processo, cabe a ele mostrar o interesse da mídia quando ditam regras, modelos de comportamento  como se todos pertencesse a uma “classe”.  Sendo o professor o detentor do saber crítico, poderá levar o jovem a questionar-se sobre os valores que estão na sociedade e para estimular novas posturas dos futuros adulto que irá assumir a sociedade para que não reproduza o conhecimento imposto pela classe dominante.


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Vídeo aula 12: Multiculturalismo: encaminhamento pedagógico.

 Sabendo que o multiculturalismo é o reconhecimento das diferenças e da singularidade de cada sujeito com a tarefa nada fácil, pois, o conhecimento das culturas, dos valores, dos costumes…depende do processo de socialização de inclusão .

Muitas vezes determinadas culturas são vista e posta como a “padrão” sufocando as demais e por não serem reconhecidas, se deixam adaptar -se a cultura privilegiada pela “massa” do mundo globalizado.

O conflito de cultura é inevitável ao mesmo tempo necessário para que haja a aproximação, aceitação e respeito entre a diversidade na  busca  da harmonia, da tolerância e da igualdade perante a construção do conhecimento, por que o multiculturalismo mostra a necessidade e a importância de sermos  “únicos”.

 A escola será um lugar especial para que o processo da socialização das diferenças seja aceito e compartilhado em sociedade. Discutir a diversidade sociocultural, racial, étnico na escola é proporcionar o convívio multicultural apoiado no respeito onde haja um diálogo entre a singularidade de identidade e seus valores. A ação pedagógica exige que a educação assuma uma integração entre as relações sociais para que os educadores façam opção em trabalhar a diferença de valores envolvendo os aprendentes de maneira que caminhem para a democracia.

 Se a escola  for um espaço público e democrático criando  um clima de participação na busca de solução de conflitos reais da escola e da comunidade  estará preparando o aluno para viver o respeito a diferença para que aprendendo  a conviver  numa sociedade heterogenia. Quando a escola dá abertura para o aluno dialogar, opinar e decidir, a mesma está oportunizando-o a participar da construção da própria história.

Na visão multicultural o encaminhamento pedagógico afirma o respeito á diversidade interagindo onde o indivíduo não tem o monopólio da verdade , do conhecimento e do saber como algo soberano. Portanto, cabe aqui lembrar a necessidade da participação ativa no espaço escolar.

 O ser humano é um ser que existe para viver em sociedade, por isso, cabe a escola oferecer o apoio e recurso para o desenvolvimento a igualdade de oportunidade, mesmo que ainda  que maior  para aqueles que tem mais necessidade do que os outros.

A política do reconhecimento da diversidade na visão multiculturalismo admite a diferença , mas é de suma importância trabalhar a tolerância e a convivência de aceitar e respeitar que o outro não pensa e não tem os mesmos conhecimentos e recursos do outro. É na maneira de encarar essa diferença e viver dignamente que é uma forma de usufruir a democracia na escola.

Por tanto a escola deve promover e desenvolver o currículo de forma  integrada, onde os conteúdos abordados articule ou ultrapassem as diversas disciplinas mantendo a visão de que o conhecimento é construído por todos na ação pedagógica de analisar, interpretar, compreender e problematizar os conteúdos contextualizados da realidade em que vivem.

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Vídeo aula 11-Políticas culturais, multiculturalismo e currículo.

 “ A melhor maneira que a gente tem de fazer possível amanhã alguma coisa que não é possível de ser feita hoje, é fazer hoje aquilo que  hoje pode ser feito . Mas se eu não fizer hoje o que hoje pode ser feito e tentar fazer hoje o que hoje não pode ser feito, dificilmente eu faço amanhã o que hoje também não pode fazer.” Paulo Freire.

 

 Pensar em currículo é valorizar a inclusão e respeitar a singularidade de identidade buscando sempre organizar seus conteúdos apoiados no contexto social em que os alunos se encontram. Quando o currículo é pensado para o aluno e com o aluno todos tende a ganhar  , o professor que aborda conteúdos  reais e  contextualizados tornando-se um mediador  das ideias, as experiências em diferentes visões dentro de um mesmo tema, tornando-se um “especialista ” não só do eixo como tema proposto como estudo; o aluno que demonstra mais interesse, diminuindo a desigualdade ,pois,  pode falar da sua realidade sem medo de errar, ficando com a certeza que ninguém sabe tudo que não tenha nada para aprender com o outro ,ou que ninguém não  sabe nada que não tenha algo para contribuir para o conhecimento do outro.

Parece que vivemos em uma época que os valores e a luta estão acanhados diante  de tanta desigualdade. Poucos têm a coragem de expor seus conhecimentos ao outro, achando  que o que está certo é somente os conteúdos que estão nos livros didáticos ou que venha da “boca”  de uma pessoa que possui o privilégio do estudo. Mas a escola  em si é conivente a essa situação, quando reafirma as ideias dos conteúdos dos livros didáticos como verdade absoluta sobre o conhecimento do aluno ,ela está afirmando a concepção de que a cultura é homogenia . Como  mudar essa realidade?

É preciso antes de pensar em desenvolver a aprendizagem é necessário que o educador estimule  a curiosidade, a coragem de expor, ser um pesquisador, experimentar e vivenciar o conteúdo, sociabilizar e a capacidade de reflexão. Pensar no currículo é pensar no: Por quê? Como? O quê? Para quê? E onde deseja chegar? A política do currículo não é neutralizar os educadores para a avaliação externa como o SARESP, em que poucos conseguem atingir a expectativa no final de cada ensino, mas sim,  que o conhecimento atinja  a todos . Muitos alunos deixam a escola sem saber ler, onde optam a não dar continuidade no estudo não por que não querem, mas por que não vêm valor e significado no que é oferecido pela escola.

Se o currículo apenas continuar favorecendo a educação dos privilegiados, por  tanto continuará remendando o direito que a escola é para todos.

Que tipo de adulto o País deseja que suas crianças se tornem? Se desejamos pessoas críticas preparadas para construir ou reconstruir sua realidade e identidade é preciso que o currículo seja recheado de conteúdos reais para que busquem criticamente informações desde o senso  comum até o científico acadêmico para chegar a uma ideia mais próxima da realidade não como algo definido ou fechado, mas sim como um conceito inacabado sendo construído a todo momento pelo aprendente.

Se o aluno está sentindo uma aguda falta de conhecimento para a convivência em sociedade isso é sinal que a escola está faltando com os recursos de conhecimento reias e significativos para a convivência social. É preciso desenvolver os alunos integralmente em que esteja preparado para  enfrentar as reais demandas e é só pelo currículo bem pensado  que a escola estará cumprindo sua função social. O que sabemos que aula isolada não funciona é preciso que a mesma seja integrada na vida do cotidiano do aluno.

Enfim, o currículo escolar precisa utilizar de três pontos: reconhecer o desenvolvimento do aluno; criar oportunidade atraente e significativo para que o aluno descubra o poder de aprender com prazer ( sozinho ou em grupo) para que possa cravar os olhos  na realidade que o cerca e o desafiar em aprender com a curiosidade, sabendo que a escola não tem toda resposta é preciso que esteja preparada para  construa a todo momento.

Todo  movimento e ação da escola é considerado  currículo ,por tanto é preciso refletir e repensar no P.P.P.,pois, isso revela a concepção de educação que a mesma acredita.

Segundo Rubem Alves…” a tarefa do professor é a mesma da cozinheira : antes de dar faca e queijo ao aluno, é preciso provocar a fome… a fome do saber, da curiosidade, da reflexão da realidade…” 

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Vídeo aula 8: A característica multicultural da sociedade contemporânea e suas consequências para a convivência democrática.

Não há como falar da característica multicultural sem pensar na falta de oportunidade que o indivíduo tem na sociedade d e hoje.  Para chegar a esse horizonte tão gigante em que pouco são privilegiados e muitos muito pouco têm é concluir a cada dia que a população está se acostumando com um mundo desigual, ou seja, que não há uma sensibilidade para a diferença sociocultural.

A problemática que a sociedade passa nos dias atuais , deve-se ao contexto da globalização que por um lado afirma uma sociedade de exclusão e por outro lado movimentos pela igualdade.

É nessa luta pelo o bem comum que educadores as tomam como desfio construir métodos que proporcionem oportunidade para a compreensão e aceitação da diversidade cultural e nas diferentes realidades sociais para que em parceria com a comunidade possam junto superar o conflito que paira entorno da escola.

O fazer construir e o repensar o espaço sociocultural que está ao redor é um meio para que o educador enfatize na  escola uma reflexão crítica sobre a realidade em que a mesma se encontra.

Quando a escola reconhece que as diferenças culturais existem e aborda temas para repensar sobre a cidadania a mesma  está ajudando a diminuir a desvantagens , desigualdades, a discriminação social de gênero, raça, opção sexual e de origem regional. A escola  ao tomar a diversidade e a singularidade como objeto de estudo e conscientização na busca da aceitação do “diferente” a mesma estará  assumindo uma ação de multiculturalismo.  Assim o grupo que está envolvido nessa instituição irão se sentir acolhido e respeitado com a compreensão  de que possam conserva suas culturas sem a interferência da cultura vista como padrão ( cultura da massa), não passando assim , por cima da particularidade de cada grupo social onde cada ser humano tem seu jeito de viver inserido aos valores que o norteia .

A escola pública sobre tudo precisa refletir, entenderas atitudes exclusivas para ter uma função primordial de respeitar a diferença para que a cidadania e a democracia desfile entre os corredores da instituição. Por isso,é essencial que a escola respeite o ritmo individual de cada aluno na construção do saber e do conhecimento do mundo.

Assim é possível tirar “a cortina” que somos todos iguais e sim que somos únicos de acordo com a inquietações e conflitos que cerca c cada pessoa.

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Vídeo aula 7: Identidade e diferença perspectiva dos estudos culturais.

Sabendo que a identidade não é algo acabado ou determinado pela genética, pode-se afirmar que a mesma está sendo construída numa dinâmica estabelecida pelo meio cultural e social que o indivíduo está inserido. O ser humano é marcado por aquilo que acredita e pela luta constante de sua interação com o mundo sociocultural e pela igualdade de acordo ao grupo o qual pertence.

Existe uma contradição entre a construção da identidade com a identificação do grupo o qual o indivíduo está inserido, muitas vezes sendo alvo de preconceito pela circunstância das condições de vida em que se encontra e pela opção de uma vida diferente “da padronizada” pela sociedade. As pessoas que vivem num meio desfavorável e que não se “enquadram” no padrão que a escola e sociedade “traçaram” são sujeitos a discriminação e preconceito, sendo excluídos do exercício da cidadania.

A identidade do ser humano pressupõe ser conhecido em sua singularidade e diferença evitando uma longa distância entre as pessoas em sociedade. Mas infelizmente ainda existem muitos muros que separam as pessoas pelas diferenças.  Diferença essa que é vista como “desqualificação” e ou desigualdade, a qual deveria ser vista como meios para construir uma sociedade onde o respeito e a democracia estejam mais presentes, diminuindo assim ,os discursos do “o nosso e os deles” na divisão do mundo sociocultural. Só assim haveria sentido na palavra identidade se a heterogeneidade  fosse aceita, respeitada e valorizada.

Será na convivência com a diferença daqueles que para a sociedade são vítimas e  inaceitáveis que a escola precisa lutar. Numa sociedade que joga o jogo da inclusão X exclusão, poder X força a escola tem o papel de desfazer essa sombra para que a sociedade  aceite a singularidade, a diferença e oportunize uma vida sem preconceito. A ação pedagógica  não poder ser de apenas aceitar a diferença , mas sim usá-la como  recurso de diferentes personalidade que carregam diferentes valores  para o crescimento de todos. É nesse sentido que as palavras IDENTIDADE e DIFERENÇA têm uma razão de residirem na riqueza humana.

 Faço a indicação do filme: Como  estrelas  na terra  :toda criança é especial.

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Vídeo aula 4: Os estudos culturais e a convivência democrática.

“A democracia em que vivemos é uma democracia sequestrada, condicionada, amputada…” José Saramago

O estudo cultural tem como foco aprofundar um estudo na diversidade que existe nos grupos sociais ( raças, etnias, cresças, gêneros)  que levam a construção da identidade do ser humano  e suas intervenções no cotidiano da sociedade.

A ação pedagógica tendo  um espaço para todos deve ter  como propósito desenvolver a democracia, podendo contar com o  privilegio da diversidade poderá usufruir como conteúdo curricular para promover a  interação e a valorização e o “ não “a negação  da inclusão.

Quando a instituição escolar  abre espaço para que a diversidade seja compartilhada, ou que os alunos reivindiquem os direitos a oportunidade de construir o saber a partir do seu próprio conhecimento vindo do seu convívio, a mesma está oportunizando que diferentes culturas sejam compartilhadas entre os aprendentes.

É importante salientar que quando visamos uma escola democrática o primeiro passo é derrubar a visão da homogeneidade e  se os conteúdos  que estão sendo abordados na sala de aula propõe a exclusão ou a inclusão da diversidade  . Para a escola ter a liberdade de escolha  dos conteúdos a serem abordados é preciso que esteja atenta  aos assuntos que estão entorno da comunidade escolar  para que os aprendizes  revelem o desejo  de aprofundar no assunto e  que esse estudo ajude-os a resolver os problemas que afetam a comunidade. Nada  adianta falar de democracia se os conteúdos levados para  a sala de aula são aqueles que estão nos livros didáticos numa visão fechada  e  elitista. A discussão da realidade continuará longe dos bancos escolares e a exclusão ainda mais fortalecida.

Quando a instituição escolar reconhece a diversidade como centro do conhecimento e valoriza os interesses baseado  nas atividades  de autonomia, de estimulo e motivação, desenvolve assim, o desejo do saber e a decisão de buscar o conhecimento como auxilio para uma vida melhor. Nessa visão a escola integra os conteúdos acadêmicos juntamente com o conhecimento de mundo trazido pelo aluno  permitindo assim, um saber mais amplo e com mais oportunidade de participar de maneira mais crítico e consciente da cidadania .

 

 http://www.youtube.com/watch?v=m1nePkQAM4w

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Vídeo aula 3: A globalização e o impacto sobre as culturas.

Quais têm sido os efeitos culturais da globalização? Partindo da  palavra globalização nos revela  a luta pela  união e igualdade das cultural e dos países visando  avanço econômico e da tecnologia  em que todos fossem beneficiados.  Por tanto, não é isso que vivenciamos atualmente.  A diversidade e a desigualdade,  revela a exclusão da maioria da população do planeta.

Hoje observamos que o consumismo, o capitalismo, mudanças de comportamento como  o tirar vantagens ou ter privilégios são ações graves que revela uma sociedade de pouca oportunidade  de condições de uma vida digna para todos. Isso é um dos problemas sociais neoliberalista que vem ganhando espaço nessa nova cultura. Apesar de tudo isso, temos  as grandes redes de “formação”com  a mídia que contribuem  para homogeneização do conhecimento alienado  que é um dos  principais impactos  nos países pobres.

 É a cultura da competitividade, o uso de objetos cada vez mais descartáveis  onde estimula o consumo desenfreado  , transformando o ser humano em objetos  , enfim dando espaço para o “ter e não o ser “ , ao “luxo e ao lucro” que são a todo momento confirmado pelos meios de comunicação que afirma  a exclusão dos menos favorecidos e atribuindo a pobreza como algo genético  e como consequência temos a violência como sinal de revolta.

Se o  objetivo da globalização era dividir o mundo onde a minoria fossem beneficiadas e a maioria fosse cada vez mais afastadas das oportunidade de ter uma vida melhor ,pode-se dizer que  objetivo foi alcançado. Por que o que temos atualmente em nossa sociedade é um crescimento desumano e capitalista.

” É preciso que tenhamos coragem de quebrar nossos “VIDROS” e ajudar nossos  alunos a serem livres e críticos na busca de uma sociedade mais justa.”

 

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