Direitos Humanos

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Vídeo aula 26: O papel da escola no processo educativo de direitos humanos.

No espaço educacional é fundamental que os educadores e seus atores permitam que as relações sociais, na dimensão cultural, econômica e política do cotidiano da vida dos alunos  sejam trazidas para a escola para que os educadores possam analisar, julgar, criticar as ações pessoais e coletiva dos sujeito dentro da visão democráticas de cidadania.

A escola precisa orientar sua formação para a dignidade da pessoa humana, a igualdade de direitos, incentivar a participação como princípios básicos para a democracia, e a co-responsabilidade do sujeito e do poder público pelo bem estar da vida social na construção de um País democrático.

A escola precisa ter uma gestão democrática para que a formação seja entendida como um processo coletivo onde seja preciso que pais, alunos, comunidade e todos os aprendentes escolares assumam a escola pública sendo de todos e para todos. A troca de experiência  de toda comunidade escolar  e a que está ao entorno da escola permita um acesso mais intimo e real dos conteúdos necessários para que possam ser  trazidos para dentro da escola para ser discutido .  Assim a escola está exercendo seu papel de transformadora da realidade.

Quando a escola assume os conteúdos reais da comunidade a aluno aprende sobre seu mundo e sobre si mesmo  em relação ao seu cotidiano , adquirindo conteúdos úteis e  aprendendo a trabalhar com informações reais, comparadas aos D.H. pautadas na legislação com a contraditória realidade social, econômica e cultural que o mesmo vivencia em sua comunidade. A escola precisa não só se envolver com os conteúdos acadêmicos, como também a formação integral do aluno incluindo valores e atitudes , sentimentos e emoções.

É preciso que a escola desenvolva sua função social  com uma postura participativa, envolvida, interessada na formação do aluno, para que o mesmo seja capaz de enfrentar criticamente e se posicione como cidadão consciente dos seus direitos deixando ressaltar concretamente a compreensão dos conteúdos para ajudar a torna-lo um cidadão consciente de sua comunidade.

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Vídeo aula  25: Comitês de EDH – parcerias possíveis.

A educação no Brasil necessita passar por algumas mediações que ajude a legalizar os D.H. para que seja  assumido como um alicerce necessário para  haver  realmente mudanças sociais.  Mudanças essas  visando a diminuição as graves violações dos direitos à começar pela exclusão social e a falta de oportunidade para aquele que pouco têm, tanto  social, econômico e cultural.

O Comitê Nacional de EDH contribuíram para a elaboração de uma proposta de conteúdos referenciais para educação de D.H. para orientar a postura do educador na formação do sujeito de direito , onde todos deverão ser beneficiados com a presença do outro para que a construção dos direito se reafirme mediante ao respeito as diferenças no dia a dia em sociedade.

A proposta do PCN nos temas transversais direciona os educadores nesse sentido , que é preciso conhecer e compartilhar com os aprendentes a  história  de lutas da construção dos direitos; afirma a necessidade de trabalhar valores, práticas e atitudes sociais; formação consciente e crítico na cidadania; a metodologia deve ser pautada na participação da construção do conhecimento; reconhecer os D.H. como proteção e defesa para analisar  a violação. Podendo ser trabalhado em temas transversais, abordados com assuntos pertinentes  a comunidade escolar em diferentes disciplinas.

 Enquanto a escola não conhecer a legislação ( LDB e  ECA)que rege os direitos e deveres da escola, da família , do Estado e da própria criança e do adolescente , a mesma, continuará reafirmando e contribuindo para que a pobreza, a desigualdade, as discriminação, o autoritarismo, a violência continue presente na escola. É preciso reconhecer e viver as legislações para que a escola e todos os envolvidos além de reverter esse quadro possam construir para que a história da humanidade seja diferente .É importante lembrar  e reconhecer que  a escola não pode assumir  sozinha o compromisso da formação do aluno com futuro cidadão. É preciso reconhecer que sozinha e isolada não conseguirá desenvolver o aluno como a sociedade espera receber , por tanto, é necessário pedir ajuda as instituições para auxiliar e fortalecer as carências  da escola  para que consiga inserir  o individuo na sociedade consciente e co-responsável para fortalecer a si mesmo e sua comunidade.

Para que realmente o D.H.se consolide é preciso que os autores da escola coopere com a educação integral, visando o respeito mútuo, a cultura da solidariedade e da paz , a aceitação e o respeito das diferentes culturas. É importante também lembrar que as parcerias e a cooperação de outros agentes de transformação , assim como outras instituições que auxiliem a ação sustentada pela “bandeira” do D.H. como igrejas, secretárias, associações, universidades, enfim todos que pregam e vivem a necessidade da promoção da educação voltada para a democracia e a cidadania embasada na defesa da igualdade e a dignidade humana estejam auxiliando a instituição escolar.

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Vídeo aula 22; EDH – inclusão e acessibilidade.

“Quando uma criança nasce alguns ao olhar dizem: 

-É a cara da mãe!

Outros afirmam:

_Esse é a carinha do pai.

Mas quando uma criança especial nasce. Costuma-se escutar:

_ É a cara da família.

Por que não dizer  que também além de ser da família e da sociedade?” 

                                                                                                                   Autor Desconhecido.

Acompanhar permanente um trabalho desenvolvido com alunos de inclusão não é tarefa fácil. Desenvolver estratégias voltadas para a formação do educador tanto na sala de  ensino regular, como na sala de recurso deve ser a maior preocupação para que se ofereça uma educação inclusiva de qualidade,  promovendo realmente possibilidades do desenvolvimento integral do aluno.

A escola não pode assumir isoladamente a inclusão e o acesso dos alunos a uma sala regular. A instituição precisa está pautada no conhecimento de legislação para que conheça e busque o que é de direito e apoio em outras instituições ( secretaria da saúde, transporte, assistente social, esporte, lazer e ONG…) para que possa auxiliar no desenvolvimento do trabalho integral com o aluno.  Muitas vezes,  não só o aluno como a família estão precisando de apoio psicológico , uma pessoa que os escutem ,que auxilie mostrando caminhos ,oferecendo meios que sejam atendidos com o mínimo de dignidade. Muitas vezes o governo acha  que o fato de oferecer uma cesta básica  ou uma condução sem estrutura já está sanando o problema. São seres humanos em que  filho  e família precisam de apoio para que possam superar a discriminação e o preconceito tão visível na sociedade.

 A escola não pode assumir isoladamente a inclusão tão pouco fingir que o aluno está diante dos seus olhos pedindo socorro, sendo  assim negado o D.H.  Não basta a escola somente acolher e promover a integração social, é preciso que no dia a dia da escola o aluno de inclusão se sinta aceito e com avanço,no ensino como a própria legislação estabelece..

Segundo a psicopedagoga Daniela Alonso  oferecer educação inclusiva significa fazer adaptações  físicas e pedagógicas  e  não basta matricular o aluno para dizer que a escola é inclusiva, é garantir as condições e os avanços do indivíduos em sua aprendizagem.

Gostaria de ressaltar o brilhante trabalho desenvolvido na instituição  “Projeto Caminhar” do centro de reabilitação de equoterapia na cidade de Lorena , onde conta com equipe brilhante   que merecem aplausos pela dedicação, compromisso , carisma, responsabilidade … fazendo a diferença na vida de muitas crianças assumindo-as como diz o pensamento em cima citado. 

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Vídeo aula 21: EDH na sala de aula.

 Nosso País é marcado pela desigualdade e a diversidade sociocultural, por tanto, isso é marcante na sala de aula . Infelizmente muitas instituições brasileiras não estão conseguindo lidar com a diversidade.

O grande desafio hoje é garantido além do acesso à permanência do aluno na escola em que possa ter uma aprendizagem relevante e de qualidade para que todos tenham o direito de desenvolver  competências básicas para o saber   a aprender, o saber conviver, o saber ser  em sociedade.

A diversidade pautada nos DH que irá traçar os rumos do ensino para todos, ou seja, o aluno deve ser  a figura central do processo de ensino aprendizagem . O educador não pode reduzir a aprendizagem a mera atividades escolarizadas sem um vínculo com a função social a qual está inserido.

O DH vem para sala de aula como um marco abordando  conteúdos reais para informar e formar um cidadão crítico, consciente dos seus direitos, construídos e pautado nos valores e nas ações reais.

Pensar DH em sala de aula é repensar  o currículo numa visão de respeitar o aluno como sujeito que tem desejo, necessidades de conteúdos reais e significativos que ajude-o a se relacionar melhor em sociedade.

A escola ainda está formando aluno que consideram a aprendizagem chata. Isso remete que  a escola não está despertando o desejo de aprender, pois, a “aprender é algo emocionante e vivo”. Então como tornar a escola um lugar de desejo e empolgação para  o aprendizado? É preciso que a instituição tenha equilíbrio entre a “cabeça e o coração”. Os alunos precisam ter o conhecimento, assim como desenvolver  sentimentos positivos apoiados nos valores , na tolerância, na responsabilidade  com espírito de aperfeiçoamento com base DH. Enfim, é preciso desenvolver a cultura da solidariedade, ou seja, “ se importar “ com o outro e com o mundo por que o somos parte também desse mundo.

A escola nada mais é que uma extensão da sociedade, por tanto, cabe trazer para dentro da sala de aula conteúdos do seu cotidiano para que não esteja alienando seus aprendentes com conteúdos descontextualizados e elitizado.

E o currículo como fica na sala de aula? É necessário repensar , transformar a todo momento esse currículo na visão de auxiliar o aluno em sociedade, isto é, a escola é uma continuidade da sociedade e vice-versa, por isso, suas ações não devem ser isoladas da realidades , e que os conteúdos sejam interdisciplinares, por que o indivíduo é um todo, sendo necessário desenvolvê-lo como uma pessoal integral.  Tudo isso favorece  uma aprendizagem de qualidade em que o aluno sendo reconhecido como um sujeito ativo, curioso, criativo , com sentimento positivo de si mesmo irá permitir que o mesmo possa lidar com diferentes situações com posições exitosa  podendo  alcançar seus sonhos como cidadão e usufluindo de maneira consciente o sucesso .

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Vídeo aula 17: Plano nacional de Educação em Direito Humano.

O plano de educação no âmbito do ministério da educação, busca implementar o Plano Nacional de Educação em D.H., com ações de formação da educação básica , assim como material de Programas Curriculares Nacional (PCN) e Referencias Curriculares para o Educação Infantil , livros didáticos, o paradidáticos, livros para a formação continuada para os professores entre outros, para que possa atender as demandas locais . É preciso avançar e garantir o conhecimento, os valores, crenças, atitudes e ações cidadãos à todos.

Apesar do avanço aos conteúdos do D.H. está distante no que se refere os direitos para todos, não importando a raça, a nacionalidade, étnica , gênero, classe social, cultural, crença, opção sexual ou outra discriminação.

A educação em D.H. é compreendida como um processo que orienta a formação do sujeito de direitos com a apreensão.

Gostaria de compartilhar Cartinha dos Direitos Humanos  do Ziraldo.

                                                                                                                  Educação em Direitos Humanos

A Educação em Direitos Humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos, articulando as seguintes dimensões:

a) apreensão de conhecimentos historicamente construídos sobre direitos humanos e a sua relação com os contextos internacional, nacional e local;

b) afirmação de valores, atitudes e práticas sociais que expressem a cultura dos direitos humanos em todos os espaços da sociedade;

c) formação de uma consciência cidadã capaz de se fazer presente nos níveis cognitivo, social, ético e político;

d) desenvolvimento de processos metodológicos participativos e de construção coletiva, utilizando linguagens e materiais didáticos orientados à mudança de mentalidades e de práticas individuais e coletivas que possam gerar ações e instrumentos em favor da defesa, da promoção e ampliação dos direitos humanos.

O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) é fruto do compromisso do Estado com a concretização dos direitos humanos e de uma construção histórica da sociedade civil organizada. Ao mesmo tempo em que aprofunda questões do Programa Nacional de Direitos Humanos, o PNEDH incorpora aspectos dos principais documentos internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil é signatário, agregando demandas antigas e contemporâneas de nossa sociedade pela construção de uma cultura de paz, da democracia, do desenvolvimento e da justiça social.

Assim como todas as ações na área de direitos humanos, o PNEDH resulta de uma articulação institucional envolvendo os três poderes da República, especialmente o Poder Executivo (governos federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal), organismos internacionais, instituições de educação superior e a sociedade civil organizada. A Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH) e o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Ministério da Justiça e Secretarias Especiais, além de executar programas e projetos de Educação em Direitos Humanos, são responsáveis pela coordenação e avaliação das ações desenvolvidas por órgãos e entidades, públicas e privadas.

O processo de elaboração do PNEDH teve início em 2003, com a criação do Comitê Nacional de Educação em Direitos Humanos, formado por especialistas, representantes da sociedade civil, de instituições públicas e privadas e de organismos internacionais. Fruto de um trabalho concentrado da SEDH, do MEC e do Comitê, a primeira versão do PNEDH foi apresentada pelo Governo Federal em dezembro daquele ano, como forma de orientar a construção de políticas, ações e programas comprometidos com uma cultura de respeito aos direitos humanos.

Ao longo de 2004, o PNEDH foi divulgado e debatido em encontros, seminários e fóruns em âmbito internacional, nacional, regional e estadual. Em 2005, foram realizados encontros estaduais com o objetivo de difundir o PNEDH, que resultaram em contribuições da sociedade para aperfeiçoar e ampliar o documento. Mais de 5.000 pessoas, de 26 unidades federadas, participaram desse processo que, além de incorporar propostas para a nova versão do PNEDH, resultou na criação de 14 Comitês Estaduais de Educação em Direitos Humanos e na multiplicação de iniciativas na área.

Como resultado dessa participação lançou-se a atual versão do PNEDH que se destaca como proposta de um projeto de sociedade baseada nos princípios da democracia e da justiça social; de construção de uma cultura de direitos humanos, entendida como processo a ser apreendido e vivenciado numa perspectiva de cidadania ativa.

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Vídeo aula 18: E.D.H. e Ambiente Escolar.

“ Só se educa em D.H. quem se humaniza e só é possível investir completamente na humanização a partir de uma conduta humanizada. “

                                                                                                                                                                                       Ricardo Ballestreri                     

 

Atualmente a educação de modo geral está orientada para a construção  participativa da cidadania , sendo um dos mais importantes instrumento para combater as violações dos direitos humanos, em  que visa a educação na tolerância, na valorização da dignidade  e nos princípios democráticos.

Desejar uma E.D.H. no espaço escolar é  acreditar  que existe a  possibilidade de construir uma escola de qualidade aberta à todos, pautada nos valores da democracia , da cidadania e da justiça para que os alunos tenha uma experiência bem sucedida no conhecimento e na construção da sua identidade.

 Defender  E.D.H.. é preservar e promover um serviço público  tendo  como vocação o sucesso de todos os aprendentes fazendo com  os professores, alunos e pais participem ativamente do  exercício permanente de cidadania  para que a escola pública realmente seja de todos e para todos.

Educar pautada no D. H. é oferecer meios de acompanhar o processo de desenvolvimento, isto é, criar um currículo escolar em que as situações e conteúdos sugeridos com temas pertinentes  a ser estudado como projeto de pesquisa pautado na realidade da comunidade escolar.

Segundo José Pacheco é feliz a criança a quem se permite a liberdade de ação num ambiente de segurança, confiança e apoio criado pela presença dos educadores. Isso nos remete  se os conteúdos proposto partirem de situações problemas ou conflitos vivenciado pelo aluno e sua comunidade, assim a escola está agindo como persuasora democrática. Para isso , é importante  que a escola esteja atenta a sua prática pedagógica que através  dos conteúdos possam desenvolver   ação que permei os conteúdos das disciplinas numa visão interdisciplinar. Conhecer e vivenciar o D.H. na escola é o primeiro passo para a implementação ao aluno, ou seja, é preciso que fala do professor e de toda  comunidade escolar seja coerente  as ações e atitudes  no dia a dia do ambiente escolar.Não havendo essa coerência a escola ficará descrente e desarticulada a educação do D.H..

Se desejamos uma sociedade consciente, crítica, com ação reflexiva sobre os D.H., a escola precisa afirmar a todo o momento os direitos humanos  para que o futuro cidadão possa lutar contra a desigualdade e injustiça.

Construir o saber no processo da conscientização é principal objetivo de uma escola transformadora em  que o professor esteja constantemente em formação para que um possa desenvolver uma tarefa pautada na transdisciplinariedade.

Em suma, a EDH requer  práticas pedagógicas em que, selecionar os conteúdos , os materiais e outros recursos didáticos para que esteja  condizente ao processo educativo  e vinculado com compromisso social de  educar  é pensar na missão  a  mesma exerce na vida do indivíduo. 

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Vídeo aula 14: Dimensões da E.D.H.

http://www.youtube.com/watch?v=eguk20OL76c

Como diz Paulo Freire que devemos assumir o projeto do nosso sonho para obstar aos efeitos de uma modernidade para não dizer uma “Boaventura” que nos leve a construção da autonomia, da ética, dos direitos exercidos e a responsabilidade de assumir acontecimento positivo ou negativo que a escola vem ajudando a escrever ao longo da história do D.H.

Quando a escola assumi o papel de radicalizar na escolha dos conteúdos que pretende abordar apoiado no conhecimento da comunidade, a mesma está formentando uma ação crítica coletiva na busca da transformação de hábitos de todos os aprendentes.

Como dizer que aceitamos e respeitamos a diferença se ainda escolhemos os conteúdos acadêmicos sem oferecer junto a eles uma  realização pessoal de aprofundamento que garanta o  conhecimento real dos alunos?. É preciso unir os conteúdos acadêmicos ao problema da comunidade.

Neste momento gostaria de relatar um projeto transdisciplinar que está acontecendo na escola  em que atuo. O projeto iniciou a partir das reclamações da comunidade em que os vizinhos depositavam lixos nas calçadas da escola e que com a chuva a escola sofre com as enchentes devido à falta de higiene. Sabendo da problemática da comunidade e com a proposta da Bandeirantes com o projeto “Boa Energia na escola”. A equipe se propõe a desenvolver o projeto sobre o meio ambiente, juntamente com a proposta que o aluno precisa desenvolver sua autonomia, o direito de escolha e que todos nós temos algo para contribuir independente da idade ou ano (série) que se encontra. Como já é a proposta da escola a união dos anos, os alunos dos 4º e 5º anos foram divididos conforme seus interesses, para  aprofundar no tema que deseja estudar mais. Por tanto, os temas escolhidos foram: “ Água fonte de vida, Boa energia e O que fazer com o lixo?”. Os professores também  escolheram  o tema que queria ser tutor.

Durante uma semana as crianças pesquisaram sobre os temas sugeridos,leram notícias ,  viram figuras, enfim interagiram na internet nos momentos dos  intervalos (recreio) . No final da semana foram colocados os cartazes com fotos e um texto informando sobre os temas (parecido como um folder) e em baixo um espaço para que os alunos interessados fizessem as suas inscrições. A próxima etapa foi acolher os grupos de interesse (nestes grupos há alunos de 4º e 5º anos -tendo aproximadamente 27 alunos em cada grupo) para fazer um levantamento sobre o que os alunos já sabe sobre o assunto e o que gostaria de aprender . Agora sabendo o que é preciso pesquisar o grupo possui um direcionamento para o desenvolvimento do trabalho.

O projeto é desenvolvido a cada quinze dias e tem como proposta ser encerrado em outubro com a explanação e exposição dos alunos aos colegas da escola e para a comunidade sobre o tema estudado. A forma de pesquisa e a atuação do professor e dos alunos na comunidade serão discutido e pautado na decisão do grupo.

Assim, assumindo os interesses dos alunos e atendendo as necessidades da comunidade a aprendizagem acontecerá de maneira prazerosa, autônoma , onde  cada aluno será protagonista do próprio saber numa rede de conhecimento amplo.

Inscrições feitas.

Inscrições feitas.

Momento da escolha dos grupos de estudos.

Inscrições feitas.

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Vídeo aula 13: Histórico da E.D.H. documentos referências.

                                                                                                                                                      Momento de assembléia com o Trio gestor e os professores.

Quando se pensa em preparar uma aula de D.H. é preciso escolher o diálogo e ou a roda de conversa como um dos

melhores recurso ou  meio para aprofundar no conteúdo. Para isso, deve definir seus objetivos, o conhecimento que deseja ampliar e até mesmo calcular o que vai “ganhar” com esse estudo.

Ao mapear um estudo de D.H. na escola e orientar para o desenvolvimento da dignidade da pessoa humana e a sua participação social no exercício pleno da cidadania de maneira democrática é necessário  proporcionar meios para uma ruptura de modelos assumidos pela escola que não levaram o desenvolvimento da humanidade de maneira integral.

O assunto do D.H. na escola precisa ser desde o ensino infantil, por tanto cabe à escola buscar meios, projetos que enfatize o mesmo. Como trabalhar esse tema? De primeiro momento é preciso que o professor tenha conhecimento e que sua postura e atitude revelem o exercício dos D.H. no seu cotidiano e que o educador tenha uma visão apurado da necessidade de desenvolver e analisar com mais cautela os conteúdos que pretende abordar em suas aulas. Sendo um conteúdo que faça parte do currículo escolar como propõe o PCN. É necessário que os conteúdos abordados nos livros didáticos não sejam aplicados sem antes uma reflexão do que  está por trás do memo. Se o desejo é promover, estimular e orientar sobre o D.H. para que a formação  do professor  e dos alunos conheçam e vivencie  ampliando e multiplicando para todos os seres humanos é necessário que todos  da unidade de ensino repense suas práticas .

É necessário conscientizar e a aprofundar a relação de  dependência em relação aos problemas específicos do ato do formador com o contexto social, ou seja, é  necessário trazer a tona o problema que rodeia a escola e comunidade. Quando o professor se encontra no diálogo entre o agir e a interrogação de estar proporcionando D.H., só assim acontecerá a mudança no cotidiano da sua formação de educador e na postura sobre sua função social de educar para a conscientização.

Como afirma a professora Nazaré Zenaide que no momento é preciso  que os D.H. sejam mantidos e aperfeiçoados na vivencia no campo da cultura . Não basta ter a lei que me permita  o direito e se não mantê-la viva em nosso dia-a dia.

Se acreditamos que a diferença nos enobrece por que não trazê-la e aceitá-la dentro da escola?

Peço a licença de relatar algo implantado na escola em que atuo. Neste ano assumindo o desafio de resgatar os valores que foram  esquecidos num  mundo em que a competição e a desigualdade são mais forte. Contribuir para que a ética , o compromisso na construção da cultura da paz em defesa do D.H. a escola assumiu trabalhar os valores. Está abordando  um valor ( escolhido em assembleia de professores) a cada mês  de maneira transversal. A escola propõe um trabalho na busca da vivência  incorporado na vida cotidiana do aluno. Iniciamos com os direitos e deveres da criança. As aulas , as assembleias são preparadas com o foco no tema.

Acreditamos que esse pode ser um dos caminhos para mudar essa visão de mundo e resgatar os valores esquecidos.

Assembléia com os alunos .

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Vídeo aula 10: E.D.H. no Brasil.

Não se conquista a cidadania se não passar pelo estudo e aprofundamento dos D.H. tendo como consequência atingir a democracia. Educar para que o D.H. seja aprendido e compartilhado no cotidiano da humanidade é um dilema titânico na inserção no mundo globalizado.

 Devido a tanta situação de risco social, aos ambientes de privilégios que não são para todos, os valores de diferentes cultura, o processo do ensino e aprendizagem D.H. ilustra a beleza e ao mesmo tempo a complexidade da sociedade contemporânea . Na visão da diversidade de experiência dos educadores e dos alunos é possível identificar alguns princípios comum que trazem da história dos D.H. .Um deles é aceitar  que somos “únicos” e que temos diversidade social e cultural e que o aluno ao entrar na escola precisa ser integrado e  acreditar  que o mesmo não é uma tela vazia e que precisa de um espaço para aliviar as histórias de insucesso e discriminação que carrega como bagagem negativas.

 Muitas vezes, a escola deixa cair sobre o ombro das crianças e da família a responsabilidade sobre a desigualdade social, assumindo toda a incapacidade de desconhecer aquilo que é de direito do próprio aprendente. Onde está o erro desse insucesso? O erro é crucial na participação ativa e no esclarecimento dos direitos e deveres da criança, do professor, da família e do Estado. Cabe a escola conhecer e vivenciar o ECA para que se construa um repertório diferente nas instituições. Professores e pais conscientes dos direitos e deveres do cidadão que vivência  uma nova postura com um paradigma comum e consciente do papel que cada um tem na vida de todos fará a diferença  na busca de um resultado exitoso do que estamos vivendo.

O que é preciso provar e acreditar que toda criança pode se tornar diferente independente do contexto histórico em que vive, ou seja, a mesma não está “predestinada” ao resto da sua existência a desigualdade e a falta de oportunidade.  É possível que todos deixem os D.H. saírem do papel para que esteja sendo compartilhados  nos conteúdos curriculares da escola. Os  aprendentes   precisam vivenciar na pratica  do cotidiano escolar e em comunidade  os D.H. que seja construído uma sociedade mais justa e fraterna. Isso representa a missão da escola. 

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Vídeo aula 9:  Sujeito de direitos.

                                                                                “Um educador (…) é um fundador de mundos, mediador de esperanças, pastor de projetos.” Rubem Alves.

 Se a constituição diz que todo indivíduo é sujeito de direitos então cabe a escola não somente conhecer os direitos, mas sim que compreenda a necessidade de compartilhar com seus pares e divulgar para os aprendentes.

Falar de direitos é falar de oportunidade. Quantos alunos ainda são excluídos ou que não concluíram o estudo do ensino fundamental? Sabe-se que a escola brasileira não era para todos.  Hoje toda criança precisa estar na escola, sendo atendidas independente da idade ou posição sóciocultural em que se encontra. O que percebemos que muita criança ainda não consegue aprender ou concluir o ensino fundamental como deveria acontecer. Quando isso acontece, concluímos que a criança foi tolhida, ou seja, não foi atendida dentro dos direitos a proteção integral não usufruindo assim, da oportunidade de aprender.

Dentro de todas as conquistas de constituição voltada para a aprendizagem escolar, certamente não houve nesses anos um momento tão decisivo como hoje de atender a todos dando oportunidade de ser um a pessoa vista diferente perante a sociedade . Proporcionar as crianças à oportunidade e o direito de exercer a cidadania se tornando pessoas capazes de buscar o que é de direito na vida social e tendo como alicerce o conhecimento dos direitos estudado e vivenciados na escola  é dever de todos os envolvidos com o ser humano(escola, família e outras instituições) oportunizando o exercício pleno da cidadania que deve ser exercido de forma digna e responsável , pois, é função social que cabe a escola.

Como bem diz o professor Guilherme Almeida , que o educador sabendo da proteção integral do aluno precisa estar atento a todo tipo de negligência  e é   necessário que desenvolva sua função social de ensinar  e  também de educar na visão de que o aluno é sujeito de direitos , só assim estará zelando pela aprendizagem integral do mesmo.

Concordo quando o professor Guilherme Almeida afirma que para que os direitos do sujeito sejam constituídos é preciso que o diálogo aconteça na instituição escolar. É necessário abrir um espaço e acreditar que a criança sempre sabe algo e que também precisa expor seus sentimentos , angústia , medos… para que seja ajudada ou ajudar alguém a resolver conflitos. Assim como o aluno, o  professor  também precisa  de um momento para expor suas ideias com a intenção de participar ativamente da resolução de problemas.

Aproveito o momento para relatar algo que está acontecendo na escola em que atuo. A quase 3 anos uma criança que desde pequena vive a rejeição e  a não proteção pela família. Essa criança já foi “abraçada pelo mundo”, o mundo das drogas, da discriminação, do preconceito… e anulada pelos olhos da sociedade e de alguns educadores. A escola não sabendo o que fazer  desejou  a  transferência do aluno.Mas sabendo da sua função social resolveu expor o problema para todos da escola(professores e funcionários) para buscar uma saída. Como a nova proposta pedagógica que a escola vem assumindo de ser “uma escola democrática” para diminuir a desigualdade social com a falta de oportunidade, lançou o desafio para que todos buscassem uma solução. No inicio a equipe relutou a aceitar o aluno, mas para surpresa de toda a escola  a instituição que busca a democracia e a cidadania , não poderia fechar os olhos para esse caso. Sabendo que o aluno não tem mais ninguém a não ser o olhar da escola, pois, todos já desistiram dessa criança. Dois momentos riquíssimos aconteceram na escola: a assembleia dos professores, onde a maioria aceitou que o aluno é de “toda a escola” e que todos em seus momentos vagos adotariam o aluno para ajudá-lo e também  alfabetiza-lo, por que o maior sonho dessa criança é  aprender a ler e a escrever; e o segundo momento foi  a assembleia do alunos , onde professores e gestores colocaram a situação do colega para que o grupo buscassem uma solução. E a resposta não foi ao contrário que esperamos as crianças aceitaram o desafio de ajudar o colega.  Não está sendo uma tarefa fácil, estamos vivendo a cada dia como único, há momentos de calmaria, mas há momentos de muitas tribulações em que a escola precisa parar e buscar novas estratégias.  Assumimos esse desafio a 3 meses. Tirá-lo dos “braços do mundo” da marginalização é dever de todos nós para que seja abraçado pelo “mundo da cultura da Paz”.

 http://www.youtube.com/watch?v=u_R2aEb5OIc&feature=related

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Vídeo aula 6: Direitos Internacional e EDH.

Os direitos são garantidos pelo homem  desde o seu nascimento  e que  o mesmo deve ser protegido  e ter uma vida digna de um ser humano. Para que garantir o direito a liberdade, a proteção, a luta e a busca pela igualdade, enfim o direito de uma vida longe dos conflitos é preciso que conheça seus direitos na busca de uma vida melhor.

O conhecimento do D.H. precisam fazer parte dos conteúdos curriculares , como ECA e a vivência desses direitos teve ter um espaço para ser enriquecido e reforçado nas atitudes positivas dos aprendentes envolvidos naquela comunidade. Nesse momento é importante lembrar que as pequenas atitudes poderão  ter grande valor, ou seja,  que os professores e comunidade  oportunize a todos a praticar o bem , desejando  o respeito, a liberdade, a compreensão, a justiça buscando assim a democracia. Ajudando os alunos a conhecer seus direitos os mesmos   irão vivenciar  a paz, a tolerância, o desapego,  o colocar-se no lugar do outro, a luta contra a violência, e sobre tudo respeito pela  vida e cultura da paz para todos.

 A mudança  para o bem comum é  algo almejado por toda a  humanidade ,mas para isso é preciso que esse desejo nasça na família para que em parceria com a escola e sua comunidade construa pontes  ajudando e preparando  as crianças para ser cidadãos críticos e conhecedores dos seus direitos para cumprir, defender e promover o D.H.,numa atitude  positiva longe dos conflitos de violência.

Só assim ,a escola estará dando a oportunidade para que o aluno que não é  bem visto aos olhos do professor, da escola e da própria sociedade consiga superar a discriminação e o preconceito,  tendo apoio necessário para construir seu conhecimento mesmo em suas singularidades   social e acadêmica.

A escola precisa acreditar em cada aluno e incentiva-lo a ser  e a buscar uma vida diferente a qual se encontra.

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                                                       Vídeo aula 5: Entrevista com o prof. Solon Viola sobre representação do D.H. no Brasil.

“Mesmo sob a garantia do direito de todos à educação, a diferença pode ser lançada na vala comum dos preconceitos, da discriminação e da exclusão…”

Maria Teresa  Eglér Mantoan.

Atender uma sala de aula homogênea com  alunos idealizados e ensinar a partir de projeto fora da realidade em que estão inserido  não é mais possível,pois, isso só leva à exclusão e prejudica injustamente a trajetória do aluno na construção do conhecimento .

É preciso que a escola organize-se e faça valorizar a diferença, por que os seres humanos são diferentes, apesar de que a diferenças são muitas vezes alvo de inferioridade e a igualdade de direitos iguala perante a lei e ao mesmo tempo não respeita a identidade e a bagagem que cada ser construiu ao longo da sua existência. Por isso, é primordial que não só a escola com a sociedade reconheça e valorize as diferenças a ideia e a luta na busca da igualdade em que todos são capazes de construir e reconstruir o outro e a si mesmo a partir do conhecimento que cada sujeito trás. Será a partir do convívio que se constrói a identidade.

A escola sendo para todos , cabe a mesma se despir da escola que deseja “uniformizar” os alunos. Quando a escola valoriza, respeita e convive com a diferença, a mesma está concretizando que a escola pública é para todos, mesmo com diferentes identidades, mesmo com as misturas de raças, crenças, posição social e os diferentes  saberes.

Para muitas escolas que estão resistindo às mudanças, ou seja,  negando o desejo de rever e recriar sua prática pedagógica para que traga diferentes oportunidades visando a inclusão é necessário  que reconheça que a prática ultrapassada só aumenta a exclusão escolar e consequentemente na sociedade.

Ao oportunizar a construção do conhecimento de maneira que as decisões sejam compartilhadas por todos os aprendentes dando espaço ao direito de escolher ao “ser, aprender e conhecer” de maneira autônoma e democrática. Essa proposta proporciona um ensino compartilhado em que as decisões sobre o que falta aprender e as dificuldades são encaradas como desafios a serem superado não como  um ato de exclusão. Não havendo assim, a discriminação e a diferenciação, mas sim o respeito por ser sujeito único.

É importante lembrar que o saber é uma ação excluso do ser humano , onde o sujeito de acordo com o seu ritmo, criatividade vai construindo o seu conhecimento independente de ser mais ou menos inteligente que o outro. São nas diferenças  de ideias, opiniões e conhecimentos que enriquecemos e construímos o nosso saber.

Se o indivíduo for encarado como um ser único, então “dar aula” é uma atitude a ser revista, pois, ao dar aula o professor pensa no coletivo e no homogênio. Por tanto, o ato de construir o saber revela o interesse (rede de conhecimento) que se deve respeitar a liberdade de escolha. Aprender com liberdade é aprender com significado. Isso significa assegurar a educação de qualidade para todos,onde a escola e sociedade  oportunize  e assuma uma  postura de inclusão,pois,  o ser humano merece um  tratamento digno de um ser humano.

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Vìdeo aula 2: D.H. na América Latina e no Brasil.

 Os D.H. são fundamentais ao homem pelo fato de ser um ”ser humano” e não um animal que fala. Sendo  privilégios de poucos e constituído por autoritarismo, a repressão ,as lutas e movimentos acentua o  aumento de vítimas durante o regime militar com mortos,desaparecidos ou exilados .São questões delicadas que marcaram a precariedade da história dos D.H. durante todo a ditadura militar no Brasil que se mantém até hoje com a acentuada  desigualdades sociais e econômicas que promove diferentes movimentos  de revolta ou pedidos de socorro em defesa dos D.H.

Os D.H. é um assunto importante para promover a cidadania e a democracia. Se fizer uma análise da história do Brasil na luta do D.H. percebemos grandes avanços, mas que ainda existe a necessidade de mobilizar os atores envolvidos para que promova e consolide realmente a cidadania e consequentemente  a democracia, a igualdade de direitos e ao acesso a justiça e segurança garantida pelo Estado.  Nessa visão é possível  o Brasil terá a oportunidade de  construir  e afirmar a cultura do D.H., a cultura da solidariedade com mais êxito a  caminho da fraternidade e da cultura da paz.

É preciso que no dia-a-dia  da escola os alunos sejam vistos como seres únicos com suas   diferenças sendo reconhecidas como  oportunidade educacional , valorizando a identidade e a singularidade de cada indivíduo dentro do seu contexto sociocultural. Para que  as palavras cidadania, justiça,fraternidade,ética, igualdade, respeito, direitos e deveres sejam levadas  para as rodas de conversas e assembleias como temas transversais abrindo espaço  para  as vivências . Então nesse  momento o ato de educar passa a ser  democracia na visão de promover o direito e dever na construção compartilhada do saber  para todos.

É importante que a escola não só divulgue e conscientize os alunos e comunidade sobre o D.H. é necessário que incorpore  em seu processo educativo para que possa junto com seus aprendentes fazer reflexões que promova  a construção ou a reconstrução de novas posturas diante do D.H. e  consequentemente  possam juntos  usufruir da cultura da paz.

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Vídeo aula 1: Contexto histórico dos Direitos Humanos.

Os Direitos Humanos são visto como um encadeamento dos direitos conquistados ao longo da história da humanidade. É possível perceber, pois, em cada momento histórico o ser humano demonstra sua carência por um novo direito e ou o desejo de proteção.

Não é possível falar de D.H. sem pensar na “convivência social”, a qual se percebe a exclusão e o privilégio para poucos. Os desfavorecidos como vítimas de denominação, discriminação, exploração e preconceitos pertencentes ao grupo dos mais fracos  que estão presentes na sociedade contemporânea  ,principalmente nas regiões mais  pobre do Brasil em que o grupo dos mais fortes são muito presente.

Voltando alguns anos atrás é possível verificar que na história do D.H. foi e continua até os dias de hoje uma luta pela liberdade e dos próprios direitos em que envolve a ética, a política, a justiça… em diferentes culturas. Apesar dos grandes avanços através das reivindicações do passado  a universalidade dos D.H.e a democracia , infelizmente ainda não é para  todos ,pois, há muitas  violações  mesmo com toda denúncias.

Em suma pode-se dizer que o D.H. é tão simples a ser respeitado como: o direito à vida, a moradia, a igualdade, a liberdade a expressão e escolha, a felicidade, a saúde, a educação, ao lazer,a  cultura e esporte, ao trabalho…mas tão complexos aos olhos dos lideres do poder a  ser vivido por todos.

Quando afirmamos que o D.H. estão sendo construído a todo o momento num contexto histórico e que o cidadão seja protegido e amparado pelo mesmo. Portanto cabe uma reflexão para que a escola pública   repense sobre o processo educacional em que   geração  atual possa não só conhecer e usufruir  dos direitos como  também  repensar suas necessidades de maneira crítica e democrática para que as futuras gerações possam possuir “o direito de ter direito”.

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